notícias

Banco de Resíduos vai ao SINDUSCON

Em 05 de julho, o Presidente do Banco de Resíduos, Tito Lívio Goron e a equipe da Bolsa de Recicláveis foram recebidos pela diretoria do SINDUSCON para uma apresentação do projeto do portal eletrônico que coloca em contato compradores e vendedores de materiais recicláveis.

O SINDUSCON é um dos instituidores deste projeto e o maior interesse que suas empresas associadas apresentam é quanto à disponibilidade de solos. Empresas da construção civil usualmente escavam ou aterram áreas em seus projetos e a Bolsa de Recicláveis é um importante veículo para disponibilizar esses materiais.

A Bolsa é um serviço gratuito oferecido pelo Banco de Resíduos da FIERGS, e conta com mais de 7.000 empresas cadastradas, aproximando interessados em vender ou comprar resíduos que possam servir como matéria prima em seus processos produtivos.

 

Banco de Resíduos apresenta Workshop de logística
A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), através de seus conselhos de Cidadania e de Infraestrutura e do Banco de Resíduos promoveu no dia 12 de maio, o Workshop “Logística nos Recicláveis – Um Nicho de Negócios”.

Paulo Menzel, da empresa INTELOG, apresentou um detalhado panorama da logística no Brasil, informando, por exemplo, que 33 bilhões de Reais são desperdiçados ao ano em combustível, devido os congestionamentos no País.  O palestrante Adalberto Panzan Jr., da empresa ADS Micrologística, falou sobre logística reversa, apresentando o Projeto Participe e Recicle, que oferece uma solução inteligente integrada para o processo de coleta de pilhas, baterias e outros resíduos tecnológicos, para empresas de todo Brasil.

A Mesa Redonda ocorrida durante o evento, também contou com debatedores Profª Dalva Santana, da ULBRA, José Carlos Silvano, presidente do SETCERGS e Hélio Carlos Brauner, da ECT.

Banco de Resíduos realiza palestra sobre o Sustenplást

O coordenador do Programa Sustenplást – RS Plástico com Inteligência e vice-presidente administrativo do Sinplast, Júlio Cezar Roedel, ministrou palestra sobre o tema na tarde do dia 26/10 na Fiergs para o público do Banco de Resíduos da Fundação Gaúcha de Bancos Sociais. Abordando temas como a utilidade do plástico nas mais diversas áreas – medicina, agricultura, transporte – sua total reciclabilidade e descarte correto, a intenção foi defender e conscientizar sobre a importância do plástico no dia-a-dia das pessoas.


Roedel iniciou sua apresentação revelando um levantamento realizado em 2008, no qual mostra que o Rio Grande do Sul conta com 1250 empresas de transformação do plástico, o que gera 24 mil empregos diretos e um giro monetário na ordem de R$ 4,1 bilhões. “A partir desses números, gostaria que a sociedade enxergasse o plástico não como um vilão e, sim, como um gerador de renda e de oportunidades para a população”, afirmou. O coordenador destacou, ainda, o ciclo de vida dos produtos plásticos, pré e pós consumo, assim como a reciclagem convencional, química e energética.


O presidente do Banco de Resíduos, Tito Lívio Goron, se colocou à disposição do Sinplast para uma possível parceria entre as entidades, visando um trabalho que fomente a reciclagem do plástico. “Temos grande interesse em colaborar na recuperação do plástico que é abundante no mercado, buscando o seu maior reaproveitamento possível, uma vez que nosso trabalho é proporcionar que o resíduo de uma empresa se torne matéria-prima de outra”, explica. Para o consultor ambiental e representante no RS da Carbono Neutro, Volnei Alves Corrêa, a palestra foi de grande valia. “Gostei do que ouvi em relação a como o plástico é visto, pois acho que as pessoas têm mania de “satanizá-lo’ injustamente. Isso porque ele é muito útil. Logo, cabe a nós darmos o destino correto a ele”, diz.


Na ocasião, foi informado que o Banco de Resíduos dispõe de cerca de 6000 empresas cadastradas e 92 anúncios de procura e de oferta ao todo. E que tanto em número de anúncios, quanto em classificação de interesse, o plástico tem a maior procura entre as empresas.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do RS (SustenPlast)


Papo com a Bolsa aborda Licenciamento Ambiental

Foi realizado em 15 de outubro, a segunda edição do Papo com a Bolsa, uma iniciativa do Banco de Resíduos, em parceria com o SENAI/CNTL, que visou responder às principais questões apresentadas pelos usuários da Bolsa de Recicláveis que, nesta sua segunda edição teve como  tema o “Licenciamento Ambiental”, brilhantemente desenvolvido pelo Engenheiro Ambiental, Tiago Pereira Neto, consultor do Consellho de Meio-Ambiente da FIERGS. 

Mais de 70 pessoas, entre empresários, técnicos, pesquisadores, prestigiaram o evento, esclarecendo questões de legislação que incide sobre as empresas, a forma de obter seus licienciamentos e como fazer consultas aos órgãos ambientais no Estado.

O Licenciamento Ambiental é um “Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental”, ressaltou Tiago. O engenheiro ambiental também esclareceu aos presentes como licenciar uma empresa, quais etapas devem seguir e as documentações necessárias.

Foram apresentados também, o Balcão Ambiental, uma parceria entre o Sistema FIERGS e a Secretaria de Meio Ambiente do Estado e FEPAM, que consiste em um canal criado para fortalecer o setor Industrial, de forma a apoiar e auxiliar as empresas nas questões ambientais, e a Bolsa de Recicláveis da FIERGS, um portal eletrônico de compra, troca e venda de resíduos, que busca facilitar e criar novas oportunidades para o setor de reciclagem em todo o país.

 


Vale estuda a criação de um BANCO DE RESÍDUOS

Na noite de 07 de outubro, nas dependências da empresa MKQuímica em Portão e por iniciativa da CICS - Câmara de Indústria, Comércio e Serviços daquela cidade, reuniram-se as lideranças empresariais do Vale do Sinos, interessadas em criar uma Regional do Banco de Resíduos.

Na concorrida reunião, em que estavam presentes os presidentes de cinco Câmaras de Indústria e Associações Comerciais e Industriais da região e mais de oitenta empresários, o Presidente do Banco de Resíduos, empresário Tito Livio Goron falou aos presentes, mostrando como o Banco está organizado, quais os projetos mais representativos que estão sendo tratados, bem como os cases de sucesso já obtidos.

Complementando o brilhante evento, debateram o tema, sob a coordenação do empresário Loivo Hoff, os Senhores Paulo Renê Bernhard, Diretor Superintendente da Fundação dos Bancos Sociais da FIERGS, Paulo Müller, empresário local e Diretor da FIERGS, a Senhora Gisele Pavão, bióloga da Prefeitura Municipal de Portão, e Mário Guilherme Sebben, presidente da empresa Brasil Recicle.

Os trabalhos foram complementados por dezenas de perguntas, respondidas pelos integrantes do debate e encerraram com uma visitação ao Espaço MK, onde estão registrados os principais momentos da empresa anfitriã.


6 MIL EMPRESAS cadastradas na Bolsa de Recicláveis

A Bolsa de Recicláveis, ferramenta de âmbito nacional do Banco de Resíduos da FIERGS, cadastrou até o mês de setembro, mais de 6 mil empresas. Através da Bolsa de Recicláveis, qualquer empresa pode gratuitamente trocar, comprar e vender resíduos. O Portal busca fortalecer e criar novas oportunidades para o setor de reciclagem, em todo o País.

No início de setembro, a Bolsa de Recicláveis apresentava 82 anúncios, de diversas categorias, como: plástico, resíduos orgânicos, metais, borracha, Construção e Demolição, Mineração, Vidros, Lâmpadas, Têxteis, entre outros.


Bolsas de Resíduos abrangem federações

10/7/2009 - O 2º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos debateu, de quarta a sexta-feira, na FIERGS, a busca de soluções para a destinação final dos excedentes sólidos industriais. Para isso, a CNI lançou, durante o evento, o Sistema Integrado de Bolsas de Resíduos (SIBR), que atenderá cerca de 10 mil empresas do País. A assinatura do termo de cooperação técnica da FIERGS com a CNI foi realizada nesta nesta sexta-feira, pelo presidente Paulo Tigre, acompanhado do coordenador do Conselho de Cidadania, Jorge Buneder.

Na primeira fase, a iniciativa integrará os sites voltados à comercialização de sobras de processos industriais das Federações de Indústrias do Rio Grande do Sul, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná e Pernambuco. As Bolsas de Resíduos são ambientes na internet (www.sibr.com.br) que permitem a compra, a venda, a troca ou a doação de sobras de processos industriais, como sucatas metálicas. A negociação de produtos recicláveis evita o desperdício e reduz o impacto ambiental. "A indústria age com desenvolvimento sustentado", afirmou a gerente de Meio Ambiente da CNI, Grace Dalla Pria.

Além do SIBR, o Rio Grande do Sul será também referência para a América Latina na reciclagem do lixo, graças à implantação, em Novo Hamburgo, do Sistema Integrado de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, patrocinado pelo Centro Internacional de Tecnologias Ambientais da Organização das Nações Unidas (Unep). O lançamento oficial ocorreu no 2º Fórum Internacional.

O coordenador do Conselho de Meio Ambiente (Codema) da FIERGS, Torvaldo Antônio Marzolla Filho, representou Paulo Tigre na abertura do fórum, que contou, entre outras autoridades, com o representante da Unep, o indiano Surya Prakash Chandak, o secretário estadual do Meio Ambiente, Berfran Rosado; o secretário municipal do Meio Ambiente, Carlos Garcia; o vereador Beto Moesch; o prefeito de Novo Hamburgo, Tarcísio Zimmermann, o diretor regional do Senai-RS, José Zortéa; e o presidente do Banco de Resíduos da FIERGS; Tito Lívio Goron.

Fonte do texto: Semana FIERGS - N. 27/Ano XIV - Produzido pela Unidade de Comunicação do Sistema FIERGS


2º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos ocorre em julho, na FIERGS.

Nos dias 8, 9 e 10 de julho, será realizado na FIERGS, o 2º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos. O evento busca contribuir com as empresas, poder público e sociedade como um todo no equacionamento das questões relacionadas com os resíduos sólidos, dando continuidade às discussões sobre o tema, iniciadas no 1º Fórum Internacional. Em paralelo, ocorrerão o 2o Encontro das Bolsas de Resíduos/Recicláveis das Federações das Indústrias, Mostra de Materiais e produtos reciclados, Trabalhos Científicos e Mini cursos.

O Fórum é promovido pelo Instituto Venturi Para Estudos Ambientais, o Centro Nacional de Tecnologias Limpas - CNTL/SENAI-RS e o Banco de Resíduos/Conselho de Cidadania, ambos do Sistema FIERGS. Participarão dos Painéis e Debates, especialistas de diversos órgãos internacionais e nacionais, tais como:

- Dr. Surya Prakash Chandak - Diretor do Centro Internacional de Tecnologias Ambientais do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Japão).

- Dra. Mara Angélica Murillo Correa - Diretora do Escritório Regional para América Latina e Caribe do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente (Panamá).

- Dr. Vsévolod Mymrine - Professor Titular Visitante da Universidade Federal do Paraná e Membro da Real Academia Russa de Ciências Naturais (Rússia).

- Dr. Celso Fornari Junior - Doutor pela Universitè Paris 7 – Denis Diderot e Professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (BA).

- Dr. Ronaldo Hoffmann - Doutor em Energia e Gestão de Biomassa e Professor Titular da Universidade Federal de Santa Maria (RS).

- Dra. Naná Meninni Medina - Doutora em Educação e Diretora da Fundação Universitária Iberoamericana (Uruguai).

- Dr. João Bosco Ladislau - Doutor em Hidráulica e Saneamento e Professor da Universidade Federal do Amazonas (AM).

- Dra. Vânia Schneider – Doutora em Engenharia de Recursos Hídricos e Saneamento e Professora Titular da Universidade de Caxias do Sul (RS).

Para inscrições e mais informações acesse o site: www.institutoventuri.com.br/residuos.html

Confira a programação:


Mesa-redonda discute uso e reuso de produtos descartáveis e lâmpadas fluorescentes, na FIERGS.

Ocorreu no dia 20 de maio, no Centro de Eventos da FIERGS, a Mesa Redonda “Uso e Reuso de Produtos Descartáveis”, e o lançamento do Livro “A Questão das Lâmpadas Fluorescentes no Rio Grande do Sul”, evento realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) e a Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais (FGBS), por meio do Banco de Resíduos.  A questão atual derivada do descarte inadequado das lâmpadas fluorescentes foi o grande assunto abordado, fato ocorrente que  apresenta risco de contaminação do meio ambiente  pela  liberação  na natureza do mercúrio, um metal tóxico e não biodegradável, bem como as soluções técnicas  para a sua reciclagem e descontaminação.

Jorge Luiz Buneder, Coordenador do Conselho de Cidadania da FIERGS, realizou a abertura do evento, ressaltando a importância do Banco de Resíduos, e o apoio a projetos como o do Livro “A Questão das Lâmpadas Fluorescentes no Rio Grande do Sul”. Informou também que o Banco pretende  apoiar todos os  projetos que contribuam para  o aproveitamento autossustentável de resíduos da industria, colaborando assim para a redução dos problemas ambientais no Estado do Rio Grande do Sul.

O Presidente do Banco de Resíduos, Tito Lívio Goron, salientou que o Banco de Resíduos se propõe a identificar e sugerir processos de gestão ambiental que permitam a redução, o reuso e a reciclagem dos resíduos industriais gerados por empresas gaúchas, dentro de uma visão sócio-economica. Goron informou que a ideia do evento foi de “oportunizar a manifestação de todos os setores e agentes da sociedade gaúcha sobre o melhor encaminhamento do assunto, permitindo que se comprometam com sua imediata solução, na medida da sua parcela de responsabilidade”.

No primeiro painel, a Arquiteta Ingrid Utz Melere, da Coordenadoria de Sustentabilidade do Grupo CEEE, abordou a experiência do Grupo no uso de lâmpadas fluorescentes nos projetos da Companhia e o descarte correto destas, e explicou que diversos elementos podem ser reaproveitados. O Engenheiro Antônio Carlos Pereira de Souza, representante do Conselho de Infraestrutura da FIERGS, levantou importantes dados a respeito da utilização e descarte das lâmpadas fluorescentes e outros resíduos. Antônio Carlos informou também, com base nos dados do livro lançado no evento, que 94% das lâmpadas fluorescentes vão para o seu destino final nos aterros sanitários, o que equivale a 120 quilos de mercúrio ao ano.

O segundo painel abordou a Proteção ao Meio Ambiente, com os palestrantes Ana Pellini, Presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Fepam), e Torvaldo Antônio Marzolla Filho, Coordenador do Conselho de Meio Ambiente (Codema) da FIERGS, que afirmou que a indústria está comprometida em assumir a sua parte na responsabilidade compartilhada com o poder público de encaminhar corretamente os resíduos que venha a gerar. Ana Pellini mostrou exemplos de melhorias na área de reciclagem em outros países, e bons costumes dos consumidores, que podem ser adquiridos pelos Brasileiros.

O último painel discutiu o tema Inovação e Tecnologia, com os palestrantes Artur Lorentz, Secretário da Ciência e Tecnologia,  que enfatizou a importância da Tecnologia para a solução deste problema e o compromisso da sua Secretaria para apoiar as boas iniciativas no assunto, e Carlos Eduardo Pereira, Diretor Técnico do Senai/Ceta. Pereira afirmou que o descarte correto das lâmpadas fluorescentes, além de limpar o meio ambiente, é uma grande possibilidade de negócios,  com o encaminhamento tecnológico adequado.

Grande destaque do evento foi a divulgação de que o Rio Grande do Sul  terá uma empresa especializada na coleta, descontaminaçao e reciclagem de lâmpadas fluorescentes, a Brasil Recicle, atualmente localizada em Indaial-SC. Adquirida pelo empresário Gaúcho Mario Guilherme Sebben  (Datasul/Dueto), a fábrica Catarinense atenderá adequadamente os resíduos gerados pelos gaúchos.  Os planos para a instalação de uma nova planta na Região Metropolitana  de Porto Alegre deverá ocorrer até 2010, se contar com o devido apoio dos agentes públicos e privados interessados no assunto.

O livro “A Questão das Lâmpadas Fluorescentes no Rio Grande do Sul”, obra patrocinada pela Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), foi oferecido aos participantes, durante coquetel que encerrou o evento. A obra é de autoria da Engenheira Química Luciane Machado Cruz, e do Professor Geraldo Mário Rohde. Apresenta informações sobre a contaminação ambiental que pode ocorrer quando as lâmpadas fluorescentes são descartadas de forma imprópria no meio ambiente, apresentando também alternativas para o gerenciamento de descarte dos resíduos sólidos destas lâmpadas, objetivando que sua disposição se proceda de modo seguro, sustentável, e com valor econômico para a sociedade, dentro das normas legais.


Confira a íntegra do discurso do Presidente do Banco de Resíduos, Tito Lívio Goron, durante mesa-redonda, ocorrida na FIERGS, no dia 20 de maio.

O BANCO DE RESÍDUOS, um dos Bancos Sociais do Sistema Fiergs,  se propõe a identificar e sugerir processos de gestão ambiental que permitam a redução, o reuso e a reciclagem dos resíduos industriais gerados por empresas gaúchas, dentro de uma visão sócio-econômica. Seus principais objetivos estão na identificação e na disponibilização de informações sobre os resíduos industriais passíveis de transformação, na promoção do desenvolvimento de ações entre os agentes que geram resíduos e possíveis usuários, visando seu aproveitamento econômico, na disseminação de tecnologias de utilização dos resíduos, visando criar projetos de geração de renda e de novos investimentos, sempre com o enfoque de que o resíduo de uma empresa pode ser a matéria prima necessária a outra, formando, desse modo, uma verdadeira cadeia de reaproveitamentos.

A inexorável tendência nos tempos modernos para a utilização das lâmpadas fluorescentes, pela sua eficiência energética e sua economicidade,                       apresentou à sociedade um “problema” a ser resolvido, qual seja, o da destinação de seus resíduos no pós-consumo, em face do imenso risco de contaminação a ser produzida pelo seu descarte inadequado no meio ambiente.

Desde quando constituído, o Banco de Resíduos, sensibilizou-se para com este problema, e passou a preocupar-se em buscar e encontrar uma solução, que não apenas possa resolver de modo seguro a gestão ambiental, como principalmente torná-la um benefício social pelo aproveitamento econômico auto-sustentável daqueles resíduos como matérias-primas de outros produtos industriais, através do emprego de processos de reciclagem tecnologicamente adequados, capazes de gerar riqueza, emprego e renda.

Ao tomarmos conhecimento deste trabalho sério e profundo da Eng. Química Luciana Machado Cruz e do Prof. Dr. Geraldo Mário Rohde, que busca apresentar alternativas para o descarte dos resíduos sólidos das lâmpadas fluorescentes, objetivando que sua disposição se  proceda de modo seguro, sustentável e com valor econômico para a Sociedade, dentro das normas legais, resolvermos imediatamente apoiá-lo e trabalhar para a sua disseminação na comunidade gaúcha, porque aborda a questão do modo como entendemos o mais adequado.

Procuramos desde logo e conseguimos a parceria da nossa grande e tradicional distribuidora de energia que é a CEEE, que por decisão de sua diretoria, capitaneada pelo Presidente Dr. Sérgio Camps de Morais, concordou em patrocinar a edição desta obra. Foi decisivo o apoio da CEEE para que pudéssemos  publicá-la e assim faze-la chegar a todos os setores responsáveis da sociedade gaúcha, apresentando com competência o problema e apontando com propriedade os caminhos  técnicos cabíveis para sua solução.

A ciência deste livro pela comunidade gaúcha certamente irá colaborar para que os agentes  públicos e privados da sociedade local, juntos, colaborem no seu devido encaminhamento, com a seriedade e a urgência que o assunto merece.

Aproveito esta oportunidade para dar-lhes uma grande notícia, informação que no entender aqui da casa nos deve encher de júbilo. É a de que um empresário gaúcho, que se encontra aqui presente, resolveu abraçar o problema de reciclagem das lâmpadas usadas geradas aqui no estado. Ele acaba de adquirir o controle de uma empresa recicladora localizada no vizinho estado de SC e que lá já processa uma parcela dos resíduos do nosso estado. Trata-se  do empresário Mario Guilherme Sebben, caxiense de escol, bem sucedido empreendedor do ramo de serviços de TI através do grupo Datasys/Dueto, que adquiriu a Brasil Recicle, de Indaial/SC, e que agora se predispõe a atender mais extensamente o mercado do RS. Para faze-lo com a qualidade e a responsabilidade que o problema exige, ele irá certamente necessitar do apoio dos agentes públicos e privados que aqui tem  ingerência no assunto.

A idéia deste encontro é, sob a forma de Mesa Redonda, oportunizar a manifestação de todos os setores e agentes da sociedade gaúcha sobre o melhor encaminhamento do assunto, permitindo que se comprometam com a sua imediata solução, na medida da sua parcela de responsabilidade.

Em nome do Banco de Resíduos e da CEEE agradecemos pela presença e participação de todos, e conclamamos a todos a que ouçam com a atenção e cuidado o que cada um dos apresentadores tem a dizer, para que possamos sair daqui mais comprometidos com a solução deste problema.

Muito Obrigado

Tito Lívio Goron                                                                
Presidente do Banco de Resíduos

Uso e Reuso de Produtos Descartáveis são discutidos em mesa-redonda, na FIERGS

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul e a Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais, por meio do Banco de Resíduos, realizarão no dia 20 de maio, no Centro de Eventos da FIERGS, a mesa-redonda “Uso e Reuso de Produtos Descartáveis”, e o lançamento do Livro “A Questão das Lâmpadas Fluorescentes no Rio Grande do Sul”. Participará do evento o Presidente da FIERGS, Paulo Fernandes Tigre, além de representantes de distribuidoras de energia elétrica, entidades de inovação tecnológica e meio ambiente.

O Presidente do Banco de Resíduos, Tito Lívio Goron, abrirá o evento apresentando o tema: Uso e Reuso de Produtos Descartáveis. Serão abordados os assuntos: Redução de Consumo de Energia Elétrica, com Ingrid Utz Melere, da CEEE, e Antônio Pereira de Souza, do COINFRA; Proteção ao Meio Ambiente, com Ana Pellini, da FEPAM e Torvaldo Antônio Marzolla Filho, do CODEMA; Inovação e Tecnologia, com Artur Lorentz, da Secretaria Estadual da Ciência e Tecnologia do RS, e Carlos Eduardo Pereira, do SENAI/CETA.

Na ocasião será lançado o livro “A Questão das Lâmpadas Fluorescentes no Rio Grande do Sul”, de autoria de Luciane Machado Cruz e Geraldo Mário Rohde, que autografarão exemplares durante coquetel oferecido aos convidados. Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail confirmacaomr@gmail.com .

Reunião do Banco de Resíduos apresenta Case da Empresa Renova.

Ocorreu no dia 27 de abril, na FIERGS, a 59ª reunião do Conselho do Banco de Resíduos, presidida por Tito Lívio Goron. Na ocasião foi apresentado pelo Engenheiro Químico Gilson Luís Machado, o case da Renova Resíduos, empresa que desenvolve há mais de 20 anos um processo sustentável de pós metálicos e resíduos de diversas metalurgicas, trabalhando para que voltem à indústria como matéria prima.

O processo se dá quando uma empresa que gera resíduos industriais em sua produção os segrega e acondiciona, enviando ao reprocessamento. Ao chegar na Renova, os resíduos são submetidos à análises laboratoriais onde são detectadas as características físico-químicas e formados os lotes de trabalho. Depois é iniciado o processo de reciclagem efetiva, o resíduo é transformado em briquetes, destinados novamente à indústria, contribuindo assim para o desenvolvimento sustentável. A apresentação da Renova foi de grande interesse dos participantes, que puderam conferir mais um case de sucesso nas reuniões do Banco de Resíduos.


Banco de Resíduos apresenta resultados de 2008.

O Conselho de Cidadania da FIERGS reuniu os Presidentes dos Bancos Sociais com o objetivo de apresentar o Relatório de Atividades de 2008, e tomar conhecimento do Plano de Ação de 2009. O evento foi conduzido pelo Coordenador do Conselho de Cidadania, Jorge Luiz Buneder, e o Diretor Superintendente da Fundação dos Bancos Sociais, Paulo Renê Bernhard. Durante a retrospectiva do último ano, foram abordados assuntos referente aos diversos Bancos, gerando grande interesse e interatividade entre os participantes.

O Banco de Resíduos apresentou diversificadas atividades no ano de 2008, tais como: A Palestra “Gerenciamento de Resíduos na Indústria”, apresentada pela Bióloga Andrissa Cardoso, primeira palestra do “Papo com a Bolsa”; A participação na Mostra de Práticas Sustentáveis na Indústria, que gerou um ótimo número de acesso ao site e novas empresas cadastradas; O Livro de autoria de Geraldo Mário Rohde e Luciane Machado Cruz, sobre a questão das lâmpadas fluorescentes, impresso em 2008 com o apoio da CEEE e com lançamento previsto para 2009; entre outras atividades realizadas pelo Banco. Outro sucesso do Banco de Resíduos é a Bolsa de Recicláveis, que apresentou 239 empresas cadastradas até novembro de 2008. Foram realizados 40 anúncios na Bolsa, que teve 484 acessos semanais ao site.

 


Oportunidades de negócios com créditos de carbono

A mudança climática na atmosfera terrestre e a discussão sobre o sistema de créditos de carbono, como forma de compensação financeira para que haja reversão no efeito estufa, foram questões debatidas em palestra realizada nesta segunda-feira (23) na FIERGS. O evento foi promovido pelo Banco de Resíduos, um dos integrantes do os Bancos Sociais do Conselho de Cidadania da entidade. Na abertura, o presidente do Banco de Resíduos,Tito Livio Goron, afirmou que a intenção é esclarecer o assunto e viabilizar a aplicação de medidas de melhor gestão ambiental nas indústrias.

O pesquisador Geraldo Mario Rohde, da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), vinculada à Secretaria da Ciência e Tecnologia do RS, explicou que a partir da vigência do Protocolo de Kyoto, em 2005, foram estabelecidas metas para a redução de emissões de gases de efeito estufa nos países industrializados e um modelo de indústria viável dentro das questões da emissão de carbono. Atualmente 70% do efeito estufa terrestre é causado pela emissão de CO².

Dentro do protocolo, foram criadas medidas que permitem a aquisição de créditos de carbono gerados por empresas de países emergentes, através de um programa da Organização das Nações Unidas (ONU), chamado Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Os compradores são grandes companhias, em maior parte da Europa, que adquirem os créditos para compensar as suas próprias emissões de gases nocivos. O objetivo é dar aos países mais poluentes uma alternativa de atingirem as suas metas de redução e estimular a geração de recursos pelo setor privado de países em desenvolvimento, responsáveis pela venda dos créditos.

Rohde apresentou as potencialidades de negócios no mercado internacional de crédito de carbono. "Quanto mais CO² uma empresa produz, mais crédito de carbono vai precisar comprar. A média de preço da tonelada de CO² já está em 27 euros", apontou. O pesquisador acrescentou que o mercado dos créditos de carbono ainda é recente e tem muito a se desenvolver. As regiões Sul e Sudeste detém 80% dos projetos de MDL do Brasil. "É possível pensar em um desenvolvimento limpo e o retorno financeiro é atrativo, mas os projetos envolvem um alto custo e os estudos são demorados", explicou.


Fiergs sedia reunião sobre reciclagem de lâmpadas fluorescentes

O presidente da CDL, Eldo Milani, e o diretor de Meio Ambiente da CIC, Anésio Possamai, participaram segunda-feira, 21 de janeiro, de reunião do Conselho do Banco de Resíduos, realizada na Fiergs. Na ocasião Thomas Herborn, da empresa HERBORN GMBH - Lampenrecycling-Umwelttechnik-Gustavsburg, da Alemanha, falou sobre o processo de descontaminação de lâmpadas fluorescentes. A empresa já possui uma unidade em funcionamento no Brasil. O investimento inicial para a aquisição e implantação do equipamento é de aproximadamente R$ 2 milhões.
Elas seduzem o consumidor, porque consomem menos energia. São mais caras que as comuns, mas duram mais: em média, até três anos. O problema é que, depois de queimadas, o destino quase sempre é um só. Mais de 40 milhões de lâmpadas fluorescentes vão para o lixo, no país. Cada uma delas carrega, em média, dez miligramas de mercúrio, uma substância tóxica para o organismo. Individualmente é pouco. Mas somadas, as lâmpadas, quando são descartadas, jogam no ambiente quase meia tonelada de mercúrio por ano.
A quantidade preocupa os especialistas, já que é um dos principais poluentes ambientais, levando a doenças graves. No Brasil, existem poucas empresas de reciclagem de lâmpadas. Elas só recebem volumes grandes, difíceis de juntar em uma residência. Esta é a grande dificuldade apresentada pelo Banco de Resíduos, viabilizar a manutenção de um sistema de reciclagem e sua logística. “Quem deve pagar a conta? O consumidor, as lojas ou o fabricante?” questiona Luiz Rebouças dos Santos.
 
Lâmpadas fluorescentes
Uma lâmpada fluorescente típica é composta por um tubo selado de vidro preenchido com gás argão a baixa pressão e vapor de mercúrio, também a baixa pressão parcial. O interior do tubo é revestido com uma poeira fosforosa composta por vários elementos (alumínio, chumbo, cobre, cromio, magnésio, mercúrio, sódio, níquel, ferro, dentre outros). Se forem depositadas em aterros, as lâmpadas contaminam o solo e mais tarde, os cursos de água, chegando depois à cadeia alimentar.


Banco de Resíduos lança mais um produto
Foi lançada na FIERGS  sexta-feira dia 18 às 12:30 h. a BOLSA DE RECICLÁVEIS, do Banco de  Resíduos, durante o 1º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos. Seu  endereço eletrônico é www.bolsadereciclaveis-rs.com.br.

O  ato contou com a honrosa presença do Presidente da FIERGS, o Industrial  Paulo Fernandes Tigre, do Coordenador do Conselho de Cidadania da  FIERGS, o Industrial Jorge Luiz Buneder, do Diretor Regional do SENAI,  Senhor José Zortéa, o Eng. Tito Lívio Goron, presidente do Banco de  Resíduos, demais personalidades ligadas ao Instituto Venturi, promotor  do Fórum, e de nossos parceiros.

Só foi possível viabilizar este  projeto do Banco de Resíduos,  graças ao inestimável apoio que tivemos  dos Sindicatos das Indústrias Químicas, Artefatos de Borracha, Papel e  Papelão, e Plásticos  que entenderam a magnitude do serviço a ser  prestado, e a amplitude que essa bolsa de negócios obterá dentro do  projeto de integração com as demais bolsas de todo o País.

O  SENAI CNTL tornou-se o parceiro de primeira hora, uma vez que seu  reconhecido trabalho poderá servir-se do complemento que a Bolsa de  Recicláveis oferecerá, chegando com mais eficácia aos industriais  vinculados à FIERGS.

A Direção da Fundação Gaúcha dos Bancos  Sociais, satisfeita com a repercussão do projeto e com base na  experiência das demais bolsas estaduais que estiveram prestigiando o  evento, decidiu isentar de pagamento das senhas de acesso, por seis  meses, as empresas associadas ou filiadas aos Sindicatos Instituidores.

Assim,  para que possamos providenciar o cadastramento dessas empresas,  solicitamos que as empresas dos segmentos químico, papel e papelão,  plásticos, artefatos de borracha entrem no endereço  www.bolsadereciclaveis-rs.com.br e providenciem seu cadastramento.

Bolsa de Reciclavéis é Lançada na FIERGS

Banco de Resíduos, ligado ao Conselho de Cidadania da FIERGS, está criando a Bolsa de Recicláveis, um ambiente de negócios de resíduos industriais. O lançamento oficial será feito durante o 1º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos, de 17 a 19 de maio em Porto Alegre.

Os últimos detalhes foram acertados no final de fevereiro em reunião do conselho do Banco d Resíduos, que congrega pesquisadores, representantes da indústria, do setor público, de universidades e centros tecnológicos, entre outras entidades. O encontro foi coordenado pelo presidente do Conselho, engenheiro Tito Lívio Goron.

Criado há três anos, o Banco de Resíduos busca idéias tecnológicas disponíveis para os resíduos que a indústria produz, com uma destinação mais nobre. "Nosso lema é Transformar Resíduos em Riquezas", informa o engenheiro químico Luiz Antônio Rebouças dos Santos, executivo do Banco.

A Bolsa de Recicláveis é o mais novo projeto do Banco de Resíduos e está em fase final de implantação. A idéia é torná-la uma referência sobre o meio ambiente para a questão da destinação adequada de resíduos, além de um local de negócios. A Bolsa será um portal na Internet, onde as empresas poderão oferecer e procurar todo tipo de matéria-prima/resíduos industriais, um sistema de administração/gestão de negócios e informações técnicas de interesse geral entre outros atrativos.

Este produto prevê três tipos de ambientes: informações livres (ambiente de prospecção), que serão acessíveis a qualquer pessoa que visite o portal; informações restritas (ambiente de negócios), destinadas às empresas que estejam cadastradas através de senha, e informações operacionais (ambiente de administração), restrito aos membros da equipe de gestão da Bolsa de Recicláveis.

A Bolsa também vai disponibilizar artigos técnicos, boletins informativos e outras ferramentas que possibilitam um diferencial estratégico para as empresas participantes do projeto.

Fonte: Informátivo SINDIQUIM - Erika Hanssen Madaleno


Fórum internacional de resíduos sólidos Fórum internacional de resíduos sólidos

Foi realizado de 17 a 19 de maio, na FIERGS, o 1º Fórum Internacional de Resíduos Sólidos. O Fórum é uma promoção do instituto Venturi para Estudos Ambientais. De acordo com a sua coordenadora, bióloga Arlinda Cézar, serão oferecidas soluções concretas para a minimização, reutilização e destinação final segura dos resíduos, tanto pelos gestores públicos como privados, incluindo as mais recentes tecnologias mundiais referentes à reciclagem.

Além do Brasil, haverá palestrantes dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França e Espanha, num total de mais de 600 participantes.

Fonte: Informátivo SINDIQUIM - Erika Hanssen Madaleno

Fundação Gaúcha de Bancos Sociais é lançada pela FIERGSFundação Gaúcha de Bancos Sociais é lançada pela FIERGS

Foi apresentada nesta quarta-feira, dia 22, pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), a Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais. A iniciativa é pioneira no País com envolvimento direto das indústrias do Estado. A Fundação foi idealizada pelo Conselho da Cidadania da FIERGS com o objetivo de inserir com mais efetividade o empresariado gaúcho na área da responsabilidade social, além de oferecer natureza jurídica e facilitar a operacionalização do Projeto Bancos Sociais. “Nascida a partir do Conselho de Cidadania da FIERGS e do êxito do Banco de Alimentos, a Fundação tem como papel fundamental transformar o desperdício em benefícios para as comunidades carentes. Além de distribuir produtos perfeitamente utilizáveis, serão ofertados cursos de capacitação e treinamento profissional, e de técnicas de gestão empresarial”, disse o presidente da FIERGS, Paulo Tigre, em seu pronunciamento.
A Fundação abriga hoje 13 bancos sociais: Banco de Alimentos, Banco de Refeições Coletivas, Banco de Mobiliários, Banco de Vestuários, Banco de Materiais de Construção, Banco de Medicamentos, Banco de Computadores, Banco de Projetos Comunitários, Banco de Tecido Humano, Banco de Dados, Banco de Voluntários, Banco de Órgãos e Transplantes e Banco de Resíduos. Todos os produtos recolhidos são doados para 259 instituições da região Metropolitana cadastradas no Banco de Dados.
O Banco de Alimentos, carro-chefe da Fundação, doa mensalmente 120 toneladas de alimentos e 30 toneladas de hortifrutigranjeiros para 259 instituições, beneficiando 25 mil pessoas mensalmente e servindo 2,5 mil refeições diariamente. “Trouxemos para esse projeto requisitos básicos que começam pela eficácia. Devemos ser inovadores e multiplicadores em responsabilidade social”, afirmou o coordenador do Conselho de Cidadania da FIERGS, Jorge Buneder.
O prefeito José Fogaça destacou o trabalho da FIERGS. “Uma iniciativa que gera benefícios, serviços, melhores padrões de educação e saúde e maior qualidade de vida para milhares de pessoas”, observou o prefeito durante a cerimônia.

Presidente Paulo Fernandes Tigre prestigia lançamento do livro Cinzas de Carvões Fósseis no Brasil

O Banco de Resíduos, em conjunto com a Fundação de Ciência e Tecnologia e com o patrocínio da BRASKEM e COPESUL realizaram o lançamento do livro Cinzas de Carvões Fósseis no Brasil, em concorrida tarde de trabalho em que estiveram presentes mais de 100 convidados. 

O evento iniciou-se com uma proveitosa mesa-redonda sobre Tecnologias de Aproveitamento do Carvão Gaúcho e Processos de Destinação de seus Resíduos, que foi abrilhantada pela participação do Dr. David Turik Chazan, Presidente da Cia Riograndense de Mineração, que discorreu sobre O Carvão no Rio Grande do Sul, o Eng. Hermes Ceratti Marques, da CGTEE, que abordou o tema Fase C da Usina Termoeletrica Presidente Medici e o Dr. Geólogo Geraldo Mario Rohde, que falou sobre Alternativas de Utilização Comercial das Cinzas de Carvões Fósseis.

O momento foi altamente apropriado para trazer à consideração da sociedade gaúcha o problema do aproveitamento do Carvão Fóssil do Rio Grande do Sul e a questão da possível destinação útil de seus resíduos.

A tarde de trabalhos foi concluída com a palavra de incentivo à iniciativa, por parte do Presidente Paulo Fernandes Tigre e um coquetel oferecido aos presentes, durante a sessão de autógrafos, pelos autores do livro.



Copyright©2003 FIERGS - Todos os direitos reservados.
Mantido por AGVDesign.
Mantenedores